Adri Pedagogia Ufrgs

Monday, November 20, 2006

ECS-8 TRABALHO EM GRUPO



Comecei o curso com dificuldade principalmente em relação a ferramenta informática. Meu maior desafio ainda está sendo as TIC'S, pois estou me "alfabetizando" em relação ao computador.
A interdisciplina que mais gosto e tenho facilidade é a PPPC, porque estudamos os processos de aprendizagem (na perspectiva dos alunos e dos professores).
Sinceramente acredito que a atividade não atingiu os objetivos propostos, visto que ao invés de uma integração tornou-se uma obrigação entrar em vários blogs, procurando imagens iguais.Tenho pouco tempo para executar e postar as atividades principalmente neste período em que estamos todos envolvidos com fechamento de notas, pareceres, recuperações. Trabalho 40 horas, além de desenvolver atividade paralela (Projeto Música-Ação-Inclusão) onde sou regente de um coro com aproximadamente 30 crianças e tivemos várias apresentações neste mês. Confesso que não pude apreciar os vários blogs que visitei devido a angústia de achar logo as figuras iguais e poder partir para outras atividades das intedisciplinas que também precisavam serem postadas.
Acredito que esta atividade poderia ter sido melhor aproveitada se fosse proposta logo após nós termos criado nossos blogs pois seria uma novidade e teríamos oportunidade de melhor desenvolve-la, conhencendo nossas colegas de curso e trocando idéias.

Minhas colegas de grupo são:
Adriana Pessoa-Sapiranga
Maria do Carmo-Três Cachoeiras
Adriana Fraga- Alvorada
Luciene Dutra-São Leopoldo
Sandra Bartikoski-Alvorada
Jucimara Scheffer-Três Cachoeiras
Ana Parker-São Leopoldo

Saturday, November 18, 2006

CONSTRUÇÃO DE CONCEPÇÕES DE HUMANO MUNDO-EDUCAÇÃO: A PERSPECTIVA MARXISTA


ECS- 7 MARX E ENGELS

Karl Marx, filósofo, grande educador e guia do proletariado mundial, inspirador e organizador da Internacional (“Associação Internacional dos Trabalhadores”).
As medidas de expulsão de que foi objeto Marx em numerosas ocasiões por parte dos governantes reacionários, a miséria de que padeceu toda sua vida e o apoio financeiro do amigo Engels, apenas atenuou parcialmente, a luta implacável que manteve contra as correntes não proletárias e anti-proletárias de toda espécie, o trabalho intenso que exigiam suas obras teóricas, tudo isto aniquilou a saúde de Marx. Karl foi o cérebro e o coração do proletariado, da classe mais progressista, chamada a realizar uma reviravolta na história da humanidade.
Friedrich Engels foi um filósofo que junto com Karl Marx fundou o chamado socialismo científico ou marxismo.
Quando estudante adere aos ideais de esquerda, que o leva a aproximar-se de Marx. Na juventude fica impressionado com a miséria em que vivem os trabalhadores das fábricas de sua família.
Marx e Engels viveram em um tempo de tensões extremadas, de avanços e recuos políticos internacionais em que as condições de vida e trabalho eram muito difícieis, onde o trabalho era muito explorado e as condições de vida implacáveis.
Fiquei pensando porque ler Marx e Engels se há uma gama de autores que poderiam ter sidos sugeridos, cheguei a conclusão que eles falam em poder, conflitos, contradições e que as escolas estão cheias disto. E se pensarmos conflitos pelo lado positivo (o que não é muito fácil), poderemos refletir que após os conflitos, temos que buscar soluções, caminhos a seguir e a educação precisa buscar soluções, para a reprovação, evasão escolar, desinteresse que alguns alunos demonstram em relação aos conteúdos, achando caminhos com o coletivo do grupo para melhor atender o aluno, não excluí-lo da escola valorizando o seu saber, sua cultura...

Wednesday, November 15, 2006

Arte e Educação


A partir da palestra feita em Porto Alegre por Sara Pain (doutora em Filosofia), em maio de 1993, transcreveremos alguns trechos de suas falas levando em conta sua proposta de discussão sobre arte contemporânea e seu objetivo, que é para olhar e falar, para opinar, para que seja uma fonte de comentário.
“O sistema de transmissão de conhecimento e o sistema de criação artística se conjugam para que a objetividade e a subjetividade estejam em harmonia no sujeito.”
“ É importantíssimo introduzir a arte nas escolas, não como matéria secundária, como coisa que se pode fazer ou não, ou como divertimento, mas como uma disciplina que vá no sentido de devolver ao homem sua dignidade.”
Necessitamos resgatar no ser humano a sua dignidade, a grandeza de valores, o olhar sensível para o estético através das diversas formas de cultura, como a dança, o teatro, a música, o desenho, a pintura, etc. Para que tudo isso? Pois toda a produção cultural na escola tende a equilibrar a objetividade (o conhecimento) e a subjetividade (artístico).
A arte deve fazer parte dos projetos de trabalhos na escola, de forma intrínseca e não secundária, apenas como matéria.
A obra resume todo o acontecimento, condensa todo o sentimento que certamente necessitaria de muitas e muitas páginas para serem contados e que ainda, assim, não chegaria a essa perfeição.

Tuesday, November 14, 2006

Um Pensamento

Chegamos ao ponto em que temos de educar as pessoas naquilo que ninguém sabia ontem, e prepará-las para aquilo que ninguém sabia ainda, mas que alguns terão que saber amanhã.
Margaret Mead

Friday, November 10, 2006

MINHA IMAGEM ECS8


Oi pessoal! Esta é a minha imagem para a ECS 8. Quem tem igual?
Desculpa somente agora ter postado, pois estava sem computador.
Beijos, Adri.
Visitei os blogs das minhas colegas de grupo:
Adrifraga.blogspot.com-Alvorada
Aninhaparker.blogspot.com-São Leo
Lupead.blogspot.com-São Leo
Mcatrevida.blogspot.com-Três Cachoeiras
Sandrabartikoski.blogspot.com-Alvorada
Visitando os blogs das colegas me deu um certo "conforto",pois não é só eu que tenho dar conta de tantas atividades ao mesmo tempo.

Saturday, November 04, 2006

ECS6-SITUAÇÕES VIVIDAS NO AMBIENTE DE TRABALHO

SER/ESTAR X PAPÉIS
PODER E HIERARQUIA

Na minha escola em determinado período os professores da mesma série tinham que reunir-se e elaborar instrumentos de avaliação iguais. O conteúdo não é desenvolvido igualmente, pois cada professor tem sua metodologia, cada aluno tem suas especificidades, sua identidade, história de vida... E quando questionávamos o porquê das avaliações serem iguais, nos era respondido que a escola deveria ter uma linha de trabalho. Isto não acontece mais em minha escola, mas é um exemplo prático de dominação onde direção e supervisão determinava a linha de trabalho da escola, sem consulta ou opiniões do grupo. Esta realidade somente começou a mudar quando a comunidade escolar juntamente com os professores utilizou-se do processo democrático para que uma nova direção pudesse ser eleita e este processo passar a ser mais democrático e participativo.
Acredito que avaliar não é formatar, não é dar uma nota ou conceito. Avaliar é um subsídio para o professor rever e retomar conteúdos e conceitos ainda não desenvolvidos nos alunos.
Já passei por várias supervisoras, diretoras e algumas delas olhavam diários, testes e provas muitas vezes reformulando totalmente meus rascunhos sendo que raramente entravam em minha sala de aula, desconhecendo a realidade de minha turma.
A supervisão no meu entender é a alma da escola, mas não deveria servir para impor idéias aos professores e sim para orientá-los, assessorá-los, trazer novas idéias e metodologias e organizar com o grupo novos projetos de estudo.