ecs5
ECS- 5 OS TRÊS TIPOS DE DOMINAÇÃO
A dominação, ou seja, a probabilidade de encontrar obediência a um determinado mandato, pode fundar em diversos motivos de dominação.
Dominação burocrática: sua idéia básica é qualquer direito pode ser criado e modificado mediante um estatuto sancionado corretamente quanto à forma. A associação dominante é eleita e nomeada, e ela própria e todas suas partes são empresas. Obedece-se não à pessoa em virtude de seu próprio direito, mas a regra estatuída, que estabelece ao mesmo tempo a quem e em que medida se deve obedecer. Sem a menor influência de motivos pessoais e sem influências sentimentais de espécie alguma, livre de arbítrio e capricho, e particularmente, sem consideração de pessoa, de modo estritamente formal segundo regras racionais ou, quando elas falham, segundo ponto de vista de convivência objetiva.
A empresa capitalista corresponde naturalmente ao tipo de dominação legal. O fato de o ingresso na associação dominante ter-se dado de modo formalmente voluntário nada muda no caráter de domínio, posto que a exoneração e a renúncia são igualmente “livres”, o que normalmente submete os dominados às normas da empresa, devido as condições de mercado de trabalho.
Dominação tradicional: na dominação tradicional seu tipo mais puro é o da dominação patriarcal. Geralmente transmitidos por herança e extremamente conservadora. O tipo daquele que ordena é o “senhor” e os que obedecem são os “súditos”, enquanto o quadro administrativo é formado por “servidores”. Obedece-se à pessoa em virtude de sua dignidade própria, santificada pela tradição: por fidelidade.
Dominação carismática: A dominação carismática não possuí base racional, é profundamente instável e facilmente adquire perfil revolucionário. Aqueles que a seguem demonstram sentimento de devoção afetiva exagerada em relação a chefia, beirando o fanatismo. Ao líder são atribuídos poderes mágicos. O quadro administrativo é escolhido segundo carisma e vocações pessoais e não devido a sua qualificação, aqueles de demonstram obediência cega é que se beneficiam com cargos de confiança.
A necessidade e o modelo de organização racional capaz de atingir a toda a sociedade se fez necessário uma vez que as organizações cresceram de forma assustadora e completamente desorganizadas. A redescoberta dos trabalhos de Max Weber em que sugeria-se o desenvolvimento de um aparato administrativo para as atividades tanto das empresas como do Estado fizeram da burocracia a teoria que assolou a América nos anos 40.
A dominação, ou seja, a probabilidade de encontrar obediência a um determinado mandato, pode fundar em diversos motivos de dominação.
Dominação burocrática: sua idéia básica é qualquer direito pode ser criado e modificado mediante um estatuto sancionado corretamente quanto à forma. A associação dominante é eleita e nomeada, e ela própria e todas suas partes são empresas. Obedece-se não à pessoa em virtude de seu próprio direito, mas a regra estatuída, que estabelece ao mesmo tempo a quem e em que medida se deve obedecer. Sem a menor influência de motivos pessoais e sem influências sentimentais de espécie alguma, livre de arbítrio e capricho, e particularmente, sem consideração de pessoa, de modo estritamente formal segundo regras racionais ou, quando elas falham, segundo ponto de vista de convivência objetiva.
A empresa capitalista corresponde naturalmente ao tipo de dominação legal. O fato de o ingresso na associação dominante ter-se dado de modo formalmente voluntário nada muda no caráter de domínio, posto que a exoneração e a renúncia são igualmente “livres”, o que normalmente submete os dominados às normas da empresa, devido as condições de mercado de trabalho.
Dominação tradicional: na dominação tradicional seu tipo mais puro é o da dominação patriarcal. Geralmente transmitidos por herança e extremamente conservadora. O tipo daquele que ordena é o “senhor” e os que obedecem são os “súditos”, enquanto o quadro administrativo é formado por “servidores”. Obedece-se à pessoa em virtude de sua dignidade própria, santificada pela tradição: por fidelidade.
Dominação carismática: A dominação carismática não possuí base racional, é profundamente instável e facilmente adquire perfil revolucionário. Aqueles que a seguem demonstram sentimento de devoção afetiva exagerada em relação a chefia, beirando o fanatismo. Ao líder são atribuídos poderes mágicos. O quadro administrativo é escolhido segundo carisma e vocações pessoais e não devido a sua qualificação, aqueles de demonstram obediência cega é que se beneficiam com cargos de confiança.
A necessidade e o modelo de organização racional capaz de atingir a toda a sociedade se fez necessário uma vez que as organizações cresceram de forma assustadora e completamente desorganizadas. A redescoberta dos trabalhos de Max Weber em que sugeria-se o desenvolvimento de um aparato administrativo para as atividades tanto das empresas como do Estado fizeram da burocracia a teoria que assolou a América nos anos 40.


3 Comments:
At 5:41 PM,
Maria Pinto said…
Oi Adriana!!Resolvi passar por aqui e dar uma espiadinha nos teus trabalhos.Difícil a leitura de Weber não?É bom quando lemos os trabalhos dos colegas para ficarmos mais por dentro dos assuntos.Teu filho é muito lindo.Parabéns pelo lindo filho e pelo blog.Beijos!!!!
At 5:03 PM,
Elenice Magnus said…
Oi Adriana! Sou do pólo de Três Cachoeiras. Gostei muito do teu texto. Conseguiste elaborá-lo com bastante clareza e objetividade.Se analisarmos nossa sociedade atual percebemos que as dominações ainda continuam presentes.
Um abraço!
At 1:27 PM,
SABRINA said…
Oi amiga, vim te visitar! Teu filho é um gatão mesmo, hein? Bem difícil a leitura do texto, ainda bem que tu conseguiu expressar com clareza as idéias. Um abração!
Post a Comment
<< Home