Atividade 01
ATIVIDADE 1
Inicialmente devemos pensar bem
nos governantes que escolhemos atualmente,para não acontecer como o rei que se fazia de desententido quando lhe batiam a porta das petições.
Principalmente devemos escolher bem o nosso presidente,pois o mesmo indica o ministro da educação.Este papel tão relevante em nossa categoria "os professores",que estão ficando desacreditados perante a sociedade.Necessitamos de uma educação,qualitativa,democrática e que valoriza nossa categoria!!
O homem do conto da Ilha Desconhecida é inteligente e esperto porque se pôs na porta até ser atendido.Assim, acontece em meu cotidiano escolar, muitas vezes tenho que ter perseverança para atingir os objetivos propostos, buscar nova metodologia e parcerias dentro e fora da escola.As parcerias na escola:SOE,LA,Direção são mais acessíveis e agéis.Mas os encaminhamentos fora da escola,devem ser como o homem do conto perseverar e insistir até que elas aconteçam.
Eu sou perseverante como o homem do conto por isso trabalho pela manhã no LA (Laboratório de Aprendizagem), tenho o delicado papel de resgatar o desejo de aprender dos alunos que são encaminhados, investigar o porquê o aluno está com dificuldade para aprender.Trabalho desde 2003 no LA.
A tarde tenho uma segunda série numa escola estadual.
Vivo em Cachoeirinha desde 1990,quando casei-me e vim morar na cidade onde já trabalhava desde 1989.
Meu avô era professor e desde pequena dizia para minha mãe que seria professora.Quando terminei o primeiro grau,fiz teste de seleção para E.E Paulo da Gama.Me formei em 1988 dizendo que não seria mais professora,pois meu estágio numa escola no Morro da Cruz.E a falta de experiência e a realidade foram muito cruéis comigo.Então, fui trabalhar numa empresa como Aux. de Departamento Pessoal, trabalhei durante um ano e percebi que ficar oito horas por dia " trancada entre quatro paredes"não era a minha vocação, nem lidar com adultos.Sentia falta de crianças!!
Enquanto trabalhava na empresa surgiu concurso para professor em Cachoeirinha,minha mãe insistiu,eu fiz e passei.Em 1989 fui chamada para trabalhar vinte horas,com uma primeira série.Então fiz como a serviçal do rei,arrisquei partir para educação e mergulhar em cursos de aprimoramento, pois o magistério não havia me dado conhecimento suficiente para lidar com alunos de primeira série.Que engano!!Hoje sei que a cada dia devemos estudar mais para aprofundar a prática e a medotologia aplicada na sala de aula.
Tenho ousadia para continuar na educação enquanto achar que estou contribuindo de alguma forma no crescimento intelectual, psicossocial do educando inserido na sua comunidade.
Inicialmente devemos pensar bem
nos governantes que escolhemos atualmente,para não acontecer como o rei que se fazia de desententido quando lhe batiam a porta das petições.
Principalmente devemos escolher bem o nosso presidente,pois o mesmo indica o ministro da educação.Este papel tão relevante em nossa categoria "os professores",que estão ficando desacreditados perante a sociedade.Necessitamos de uma educação,qualitativa,democrática e que valoriza nossa categoria!!
O homem do conto da Ilha Desconhecida é inteligente e esperto porque se pôs na porta até ser atendido.Assim, acontece em meu cotidiano escolar, muitas vezes tenho que ter perseverança para atingir os objetivos propostos, buscar nova metodologia e parcerias dentro e fora da escola.As parcerias na escola:SOE,LA,Direção são mais acessíveis e agéis.Mas os encaminhamentos fora da escola,devem ser como o homem do conto perseverar e insistir até que elas aconteçam.
Eu sou perseverante como o homem do conto por isso trabalho pela manhã no LA (Laboratório de Aprendizagem), tenho o delicado papel de resgatar o desejo de aprender dos alunos que são encaminhados, investigar o porquê o aluno está com dificuldade para aprender.Trabalho desde 2003 no LA.
A tarde tenho uma segunda série numa escola estadual.
Vivo em Cachoeirinha desde 1990,quando casei-me e vim morar na cidade onde já trabalhava desde 1989.
Meu avô era professor e desde pequena dizia para minha mãe que seria professora.Quando terminei o primeiro grau,fiz teste de seleção para E.E Paulo da Gama.Me formei em 1988 dizendo que não seria mais professora,pois meu estágio numa escola no Morro da Cruz.E a falta de experiência e a realidade foram muito cruéis comigo.Então, fui trabalhar numa empresa como Aux. de Departamento Pessoal, trabalhei durante um ano e percebi que ficar oito horas por dia " trancada entre quatro paredes"não era a minha vocação, nem lidar com adultos.Sentia falta de crianças!!
Enquanto trabalhava na empresa surgiu concurso para professor em Cachoeirinha,minha mãe insistiu,eu fiz e passei.Em 1989 fui chamada para trabalhar vinte horas,com uma primeira série.Então fiz como a serviçal do rei,arrisquei partir para educação e mergulhar em cursos de aprimoramento, pois o magistério não havia me dado conhecimento suficiente para lidar com alunos de primeira série.Que engano!!Hoje sei que a cada dia devemos estudar mais para aprofundar a prática e a medotologia aplicada na sala de aula.
Tenho ousadia para continuar na educação enquanto achar que estou contribuindo de alguma forma no crescimento intelectual, psicossocial do educando inserido na sua comunidade.
"O Laboratório de Aprendizagem recebe alunos de todas as turmas(1º ano à 4ª série), indicados pela professora titular que apresentam dificuldades na aprendizagem. No laboratório investigo os entraves da aprendizagem do aluno usando os diferentes meios disponíveis para atingi-lo, tais como: jogos, literatura, jogo dramático, caixa lúdica..., para que o mesmo possa ressignificar seu conhecimento. O LA é um espaço de superar dificuldades e resgatar competências."


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